terça-feira, 26 de abril de 2016

Nu agora!

Do alto dessa madrugada,
Feixes de luz  invadem a minha sacada.
Tento pensar no imaginável e desenho teu rosto em todo meu quarto.
A solidão pesa, pensa e se faz presente,
Sinto meu corpo quiçá resistente a todo torpor, amor, desamor
Desarme de sombras, respiro em plenitude

Sensações  tais que não me deixam ir...

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