Eu tento ter uma peridiocidade ao escrever, mas confesso, acho difícil. Esses dias um amigo deu um print em uma postagem antiga aqui do blogue e comentou: "Eu tenho salvo nos favoritos. Gosto da tua visão de escritora!"
É como se no fundo da minha alma, sentisse ele pedir pra que eu voltasse a escrever. Na verdade eu queria sentir isso, pois não gosto da sensação de possível atraso com o blogue que já participou de muitos momentos da minha vida.
A questão é que agora sou mãe, inclusive hoje Luiza (a luz da minha vida!) completa 1 ano e 3 meses. Além disso, trabalho com o que amo em uma empresa que me faz um bem enorme. Me formei em 2014/2 como produtora cênica. Me "separei" depois de quase 5 anos, (mas nunca fui casada) em 2015. Vivi momentos de muita tensão, redescobri a palavra amor na Luiza e passei por momentos de muita, muita reflexão. Comecei a tratar na gravidez uma possível depressão pós-parto, há pouco tempo uma possível crise de ansiedade que gera uma simpática síndrome do pânico e que seguimos tratando com homeopatia. Voltei a atuar e isso mexeu muito comigo, porque pude me redescobrir novamente como o ser humano que se completa através da arte. Estou parando gradativamente de comer carne há duas semanas (o processo não é fácil, só que como nunca fui muito habituada a comer carne ela já não me faz falta...)
Creio que escrever seja uma terapia em minha vida. Desde sempre adorei escrever pessoas, situações e lugares. Gostei de ler bichos, sabores e arte. E é bom saber que sempre vai servir pra alguém em alguma situação determinante o que estamos escrevendo.
Espero partilhar aqui mais do que imagino.
Vamos lar, vamos ler!