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terça-feira, 6 de dezembro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
Quando as dificuldades se abatem...
(...)Mas há escolhas e dois caminhos a serem seguidos. Ou você fica e tenta ou você vai embora e desiste. Se você ficar e tentar, não vai ser tão ruim assim, mas fácil também não vai ser! Quando você resolve ir embora, tudo de bom que poderia ter se concretizado ao lado de uma pessoa, se perde com o tempo.
Assim, as relações humanas se esvaem, os telefonemas não são mais correspondidos, os sentimentos se perdem e você nem sabe mais o que sentir e nem o que deva tentar sentir.
... A única coisa que sente, é que deve estar ali!
(Izadora Fontoura)
Assim, as relações humanas se esvaem, os telefonemas não são mais correspondidos, os sentimentos se perdem e você nem sabe mais o que sentir e nem o que deva tentar sentir.
... A única coisa que sente, é que deve estar ali!
(Izadora Fontoura)
quarta-feira, 16 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
COM VOCÊ...
Se a felicidade me espera de braços abertos... o que eu espero para ser feliz?
Quem determina minha felicidade sou eu mesma e mais ninguém. Porém, preciso das pessoas que junto comigo a tornarão palpável e acessível. Preciso de pessoas que, junto comigo, farão os sonhos se tornarem reais.
TU és uma dessas pessoas, mas de fato, a mais especial!! Meus dias não seriam tão bacanas se tu não estivesses ao meu lado.
OBRIGADA por estar em minha vida e em meus sonhos... daqui há um tempo, os tornamos reais juntos.
Agora é nossa vez de buscar a nossa felicidade.
E que todos sejamos feliiiizes!
A gente não pode esperar pra ser feliz, né?
Quem determina minha felicidade sou eu mesma e mais ninguém. Porém, preciso das pessoas que junto comigo a tornarão palpável e acessível. Preciso de pessoas que, junto comigo, farão os sonhos se tornarem reais.
TU és uma dessas pessoas, mas de fato, a mais especial!! Meus dias não seriam tão bacanas se tu não estivesses ao meu lado.
OBRIGADA por estar em minha vida e em meus sonhos... daqui há um tempo, os tornamos reais juntos.
Agora é nossa vez de buscar a nossa felicidade.
E que todos sejamos feliiiizes!
A gente não pode esperar pra ser feliz, né?
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
FELIIIIIIZ NATAAAAAAAAAAAAAAAAAL!!!!!!!!!
FELIIIIIIZ NATAAAAAAAAAAAAAAAAAL!!!!!!!!!
Assistir "Branca de Neve e os sete anões" contigo ao meu lado!
Comer bem :)
Tirar foto com quem a gente gosta; com quem a gente ama!
Me inspirar em coisas pequenas, mas que importam taaanto!
Que o amor possa renascer nos corações neste novo ano que inicia. Que possamos voltar a ver a beleza das coisas em um simples olhar. Que a verdade possa prevalecer sempre dentro de nós.
MUITO AMOR, MUITA PAZ e MUITA VIDA à todos.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
A individualidade de cada ser...
Eu quero entender (e vou, pois busco isso a cada dia que passa), qual a grande indagação do homem na vida terrestre.
Seus ímpetos recheados de orgulho, escondem -por vezes- os bons sentimentos que, por mais tardar que seja, chegam!
Aniquilam-se as destemidas lutas em torno de paixões, quando veem que delas nada perdura. Nada vive. Nada leva e nada traz.
Quem dera Pai, pudesse sentir o alívio de em todas as manhãs acordar com a natureza em seu perfeito equilíbrio com a humanidade. Que as paixões não fossem maiores do que o comprometimento com tudo aquilo que planejaram-se -os homens-.
(Isso é um preâmbulo...)
Continua...
Seus ímpetos recheados de orgulho, escondem -por vezes- os bons sentimentos que, por mais tardar que seja, chegam!
Aniquilam-se as destemidas lutas em torno de paixões, quando veem que delas nada perdura. Nada vive. Nada leva e nada traz.
Quem dera Pai, pudesse sentir o alívio de em todas as manhãs acordar com a natureza em seu perfeito equilíbrio com a humanidade. Que as paixões não fossem maiores do que o comprometimento com tudo aquilo que planejaram-se -os homens-.
(Isso é um preâmbulo...)
Continua...
terça-feira, 9 de novembro de 2010
(reticências...)
Algo falta aqui, mas o que é?'
"E se antes, um pedaço de maçã
Hoje quero a fruta inteira."
(O teatro mágico)
"E se antes, um pedaço de maçã
Hoje quero a fruta inteira."
(O teatro mágico)
VIVER
Carlos Drummond de Andrade
Mas era apenas isso,
era isso, mais nada?
Era só a batida
numa porta fechada?
era isso, mais nada?
Era só a batida
numa porta fechada?
E ninguém respondendo,
nenhum gesto de abrir:
era, sem fechadura,
uma chave perdida?
nenhum gesto de abrir:
era, sem fechadura,
uma chave perdida?
Isso, ou menos que isso,
uma noção de porta,
o projeto de abri-la
sem haver outro lado?
uma noção de porta,
o projeto de abri-la
sem haver outro lado?
O projeto de escuta
à procura de som?
O responder que oferta
o dom de uma recusa?
à procura de som?
O responder que oferta
o dom de uma recusa?
Como viver o mundo
em termos de esperança?
E que palavra é essa
que a vida não alcança?
em termos de esperança?
E que palavra é essa
que a vida não alcança?
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
UM DIA MUITO ESPECIAL, MUITO!
Hoje foi um dia especial na minha jornada, aliás, muito especial!
A Brigada Militar fez um evento para comunidade e nós trabalhamos lá também. Um dia ensolarado, calor de rachar e muito sorrisos e pedidos em nossa volta. "-Tia, eu quero um chapéu, verde. Um chapéu verde." Filas enormes, Mil moradores ao todo, 600 crianças da escola e mais toda a comunidade.Nunca trabalhei pra tanta gente, nossa! Mas nunca tive tanta satisfação e tanta dedicação, como no dia de hoje. (Eu gosto muito de trabalhar com crianças, sempre. Porém hoje tinha todo um contexto que me deixava emocionada!)
Eu e a Aninha fomos, pela tarde, na comunidade São Borja, no bairro Sarandi (Escola Humaitá.)
A Brigada Militar fez um evento para comunidade e nós trabalhamos lá também. Um dia ensolarado, calor de rachar e muito sorrisos e pedidos em nossa volta. "-Tia, eu quero um chapéu, verde. Um chapéu verde." Filas enormes, Mil moradores ao todo, 600 crianças da escola e mais toda a comunidade.Nunca trabalhei pra tanta gente, nossa! Mas nunca tive tanta satisfação e tanta dedicação, como no dia de hoje. (Eu gosto muito de trabalhar com crianças, sempre. Porém hoje tinha todo um contexto que me deixava emocionada!)Um sorriso delas e a gente se derrete.
A Brigada queria tirar a impressão de "somos maus, porque somos policiais. A gente também quer o bem e quer ver vocês bem." E, sério, eles tinham isso nos olhares. A satisfação com que brincavam, organizavam e conversavam foi linda. Realmente, linda.
Eu tô muito feliz, muito mesmo. Faceira como uma criança de 2,3,4,5...ADOREI OS ABRAÇOS, OS CARINHOS, A DANÇA DE RODA que fizemos.
Claro, uma hora me lembrei do "Tropa de Elite 2", realmente não sei porque...Acho que foi a foto que tirei.
Vou contar uma história rápida pra vocês: Eu também tinha medo de polícia quando tinha 6 anos.
Eu e meu amigo (Eu 6 e ele 7 anos), resolvemos dar a volta na quadra e avisamos minha mãe que deixou (era a primeira vez que saía com alguém que não fosse "gente grande", hiihiii. Então, meu amigo queria que colhêssemos alguma amostra de cada loja que passássemos... Resumindo, em vez de uma volta na quadra, fomos para a AVENIDA (algo muito, muito grande e misterioso para mim)...
Passamos em vários comércios, pegamos amostras de produtos (nos achando CIENTISTAS meeeesmo, mermãão!)
Porém, quando íamos mais longe, dois policiais nos barraram (QUE MEEEEEDO QUE EU SENTI.). Sentia medo de fazer algo errado, cometer algum delito, pedia para o Matheus para que voltássemos -eu não sabia voltar direito- mas ele era insistente e eu realmente adorei a "nossa aventura", uaaaaau!Voltando para a história, eles se aproximaram e o Matheus falou para que eu mentisse meu nome. Perguntaram o nome dele e ele inventou um, mas quando perguntaram o meu eu, eu, eu... tava "cagada" de tanto medo, medo de ser "presa" ou algo assim, medo de "apanhar"... ou sei lá... Então falei "-Izadora" e o Matheus logo disse "-Não, o nome dela não é esse..." e em seguida "-Droga, droga mesmo". Nos levaram na viatura e, chegando em nossa rua, fiquei olhando com olhos de crocodilo "NOSSA, QUANTA GENTE. O que será que houve?". A mãe do Matheus e a minha choravam e os vizinhos acudiam. Fiquei muito mal de ver minha mãe chorar, era a primeira vez que via ela chorando...
Passou o susto e passamos mais de 3 HORAS longe de casa... nossa, até hoje toda essa sensação fica em mim.
Pois é, criamos monstros e princesas em nossa imaginação, quando pequenos. As crianças nos transmitem toda uma energia, um gás, um sentimento desses que te fragilizam de uma forma... que às vezes nem queria sentir tão forte. É o instinto materno associado com milhões de outras coisas.
"Ver o sorriso de uma criança nos tempos atuais, mexe com a gente...sério"
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Parábola do semeador
Fazíamos o Evangelho no Lar hoje à noite, eu e minha mãe, e o capítulo em que abrimos (desde pequena ouço muito) foi "A Parábola do Semeador", gosto muito de lê-lo. Ele me motiva e me inspira. Mostra realmente as relações que são existentes ainda e, principalmente hoje e não só diante da nossa fé, mas também diante de outras situações que se apresentam no dia-a-dia corriqueiro. Porém, se não tivermos ou não mantivermos a FÉ, as situações mais difíceis que cada um de nós enfrenta, consumirá toda nossa energia e nosso gás.
Mais tarde, no msn falava com o Renan sobre algumas coisas que aconteceram no núcleo da Geografia ( O Ree dá aula de geografia e não eu, que fique bem claro! Uaeioaueioaueiaeuiaoeu... Enfim, isso não vem ao caso, era só para situá-los! (Fiz uma pequena modificação no início da minha fala, relacionando o Evangelho, porque não o tinha colocado na conversa original!)
Izadora diz:
Hoje lí no evangelho e fiz relação com esses trabalhos em que o pessoal se anima no início, mas depois não leva pra frente. Acho isso um saco. Ainda mais eu,que fico aqui, me perdendo do foco às vezes. Só que não deixaria um projeto que gostasse de lado.
Às vezes não faço as coisas por completo, por me dispersar. Tava pensando nisso hoje. Tenho que ter meu foco bem fofinho, sem bafos na lente, se não as coisas desandam. Já limpei tantas vezes o bafo que consigo limpá-lo de novo!
5 – Naquele dia, saindo Jesus de casa, assentou-se à borda do mar. E vieram para ele muita gente, de tal sorte que, entrando em uma barca, se assentou, ficando toda a gente de pé na ribeira; e lhes falou muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis aí que saiu o que semeia a semear. E quando semeava, uma parte das sementes caiu junto da estrada, e vieram às aves do céu, e comeram-na. Outra, porém, caiu em pedregulho, onde não tinha muita terra, e logo nasceu, porque não tinha altura de terra. Mas saindo o sol se queimou, e porque não tinha raiz, se secou. Outra igualmente caiu sobre os espinhos, e crescendo os espinhos, a afogaram. Outra enfim caiu em boa terra, e dava fruto, havendo grãos que rendiam a cento por um, outros a sessenta, outros a trinta. O que tem ouvidos de ouvir, ouça. (Mateus, XIII: 1-9 ). Ouvi, pois, vós outros, a parábola do semeador. Todo aquele que ouve a palavra do Reino e não a entende, vem o mau e arrebata o que se semeou no seu coração; este é o que recebeu a semente junto da estrada. Mas o que recebeu a semente no pedregulho, este é o que ouve a palavra, e logo a recebe com gosto; porém, ele não tem em si raiz, antes é de pouca duração, e quando lhe sobrevêm tribulação e perseguição por amor da palavra, logo se escandaliza. E o que recebeu a semente entre espinhos, este é o que ouve a palavra, porém os cuidados deste mundo e o engano das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutuosa. E o que recebeu a semente em boa terra, este é o que ouve a palavra e a entende, e dá fruto, e assim um dá cento, e outro sessenta, e outro trinta por um. (Mateus, XIII: 18-23).
6 – A parábola da semente representa perfeitamente as diversas maneiras pelas quais podemos aproveitar os ensinamentos do Evangelho. Quantas pessoas há, na verdade, para as quais eles não passam de letra morta, que, à semelhança das sementes caídas nas pedras, não produzem nenhum fruto!
Outra aplicação, não menos justa, é a que se pode fazer às diferentes categorias de espíritas. Não nos oferece o símbolo dos que se apegam apenas aos fenômenos materiais, não tirando dos mesmos nenhuma conseqüência, pois que neles só vêem um objeto de curiosidade? Dos que só procuram o brilho das comunicações espíritas, interessando-se apenas enquanto satisfazem-lhes as imaginações, mas que, após ouvi-las, continuam frios e indiferentes como antes? Dos que acham muito bons os conselhos, e os admiram, mas para aplicá-los aos outros e não a si mesmos? Dos que, finalmente, para os quais essas instruções são como as sementes que caíram na boa terra e produzem frutos?
Mais tarde, no msn falava com o Renan sobre algumas coisas que aconteceram no núcleo da Geografia ( O Ree dá aula de geografia e não eu, que fique bem claro! Uaeioaueioaueiaeuiaoeu... Enfim, isso não vem ao caso, era só para situá-los! (Fiz uma pequena modificação no início da minha fala, relacionando o Evangelho, porque não o tinha colocado na conversa original!)
Izadora diz:
Hoje lí no evangelho e fiz relação com esses trabalhos em que o pessoal se anima no início, mas depois não leva pra frente. Acho isso um saco. Ainda mais eu,que fico aqui, me perdendo do foco às vezes. Só que não deixaria um projeto que gostasse de lado.
Às vezes não faço as coisas por completo, por me dispersar. Tava pensando nisso hoje. Tenho que ter meu foco bem fofinho, sem bafos na lente, se não as coisas desandam. Já limpei tantas vezes o bafo que consigo limpá-lo de novo!
Izadora Fontoura
domingo, 10 de outubro de 2010
Segundos de mudança
"E depois que cresci, um mundo inteiro se abriu pra mim!"
Um mundo de desejos, de vontades insaciáveis, de achar gente bonita, mas mesmo assim passar longe de querer qualquer uma que fosse!
Na verdade, essa abertura de mundo é tão estranha e completa... pois me pergunto o que fazer de tal liberdade que a mim foi concedida com o passar dos anos. E a pergunta sempre fica. Ela não vai embora.
E os sentimentos mais infantis que um dia tive (e continuo a ter) não querem ir embora. Digo, os sentimentos bonitos, os que completam nosso ser de uma forma tão "suave". Porém, após ter uma visão de mundo mais concreta, comecei a perceber que cultivá-los é algo extremamente imprescindível, mas muito difícil, porque não sabemos de que forma lidar com essas emoções que se diversificam dentro de nós, dia após dia. Facilitando então, somente as certezas que vemos nos jornais, noticiários, enfim... na mídia! Ou seja, nossos sentimentos ficam enclausurados às sensações de insegurança, medo e uma restrição de tudo que poderia ser, mas não nos permitimos que seja.
(Não vou acabar a matéria dizendo que devemos amar uns aos outros... isso é lindo e fico emocionada ao mencionar esse sentimento que tanto bem nos faz e nos traz, porém vai de cada um de nós, seres humanos em processo de aprendizado, querermos ou não, incluir em nossas vidas a abertura que se faz necessária para que esses sentimentos se façam presentes em nossos dias.)
Um mundo de desejos, de vontades insaciáveis, de achar gente bonita, mas mesmo assim passar longe de querer qualquer uma que fosse!
Na verdade, essa abertura de mundo é tão estranha e completa... pois me pergunto o que fazer de tal liberdade que a mim foi concedida com o passar dos anos. E a pergunta sempre fica. Ela não vai embora.
E os sentimentos mais infantis que um dia tive (e continuo a ter) não querem ir embora. Digo, os sentimentos bonitos, os que completam nosso ser de uma forma tão "suave". Porém, após ter uma visão de mundo mais concreta, comecei a perceber que cultivá-los é algo extremamente imprescindível, mas muito difícil, porque não sabemos de que forma lidar com essas emoções que se diversificam dentro de nós, dia após dia. Facilitando então, somente as certezas que vemos nos jornais, noticiários, enfim... na mídia! Ou seja, nossos sentimentos ficam enclausurados às sensações de insegurança, medo e uma restrição de tudo que poderia ser, mas não nos permitimos que seja.
(Não vou acabar a matéria dizendo que devemos amar uns aos outros... isso é lindo e fico emocionada ao mencionar esse sentimento que tanto bem nos faz e nos traz, porém vai de cada um de nós, seres humanos em processo de aprendizado, querermos ou não, incluir em nossas vidas a abertura que se faz necessária para que esses sentimentos se façam presentes em nossos dias.)
domingo, 25 de julho de 2010
Feliz.
Caridade é vida, é renascer um novo amanhecer diante das dificuldades que te parecem constantes.
Querer dar passagem aos sentimentos sublimes que só se regozijam através de nossa verdadeira entrega.
A luta se faz contínua e árdua, precisamos seguir caros irmãos, em busca da paz dia após dia.
O amor... ahhh esse amor que se faz presente em cada ato, em cada palavra... faz-se sempre em qualquer ato, por vezes, despercebidos. Esse amor quer-te forte na caminhada. Somos centelhas divinas de Nosso Mestre amado Jesus. Sigamos em busca do autoconhecimento, que é um exercício constante e sublime. Revigorar a alma com bons livros, sentimentos e a caridade, nos vivificam e estimulam a trabalhar cada vez mais na seara do Mestre.
"Só temos a agradecer, todos os dias, pela oportunidade de podermos nos modificar, usando nosso livre-arbítrio como guia. Buscai, em cada cantinho, um espaço para reflexão contínua de seus atos, pois através deste exercício constante nos tornaremos seres humanos melhores."
Querer dar passagem aos sentimentos sublimes que só se regozijam através de nossa verdadeira entrega.
A luta se faz contínua e árdua, precisamos seguir caros irmãos, em busca da paz dia após dia.
O amor... ahhh esse amor que se faz presente em cada ato, em cada palavra... faz-se sempre em qualquer ato, por vezes, despercebidos. Esse amor quer-te forte na caminhada. Somos centelhas divinas de Nosso Mestre amado Jesus. Sigamos em busca do autoconhecimento, que é um exercício constante e sublime. Revigorar a alma com bons livros, sentimentos e a caridade, nos vivificam e estimulam a trabalhar cada vez mais na seara do Mestre.
"Só temos a agradecer, todos os dias, pela oportunidade de podermos nos modificar, usando nosso livre-arbítrio como guia. Buscai, em cada cantinho, um espaço para reflexão contínua de seus atos, pois através deste exercício constante nos tornaremos seres humanos melhores."
segunda-feira, 5 de julho de 2010
PACIÊNCIA
PACIÊNCIA.
(Nunca pensamos no quanto nossas decisões em cada situação modificam o ambiente e a relação com as pessoas que convivemos/vivemos.)
O amor é a única forma de sobrevivência de todos os outros sentimentos, pois ele nos guia juntamente com a FÉ, na busca de um novo horizonte. Persiste, por mais que os espinhos insistam em crescer, só assim daremos vazão à FORÇA diante de todas as dificuldades e conseguiremos então, enfrentar os espinhos que insistem em multiplicar. Quanto mais eles multiplicam, mais quadriplicamos nossa FÉ! (lembre-se da reforma íntima, que só se dá através do autoconhecimento verdadeiro (enriquecido com o amor e fé).
Fiquemos com uma imagem que mostra o quanto a natureza se apresenta rica e paciente. As flores nascem, crescem, multiplicam-se. Driblam sol, chuva, por vezes mal-tratos e continuam (persistentes) sua jornada.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Valor
"As mudanças podem passar despercebidas por nós, porém quando olharmos para trás e estivermos preparados para receber a nós mesmos com amor, notaremos o quanto já crescemos nessa caminhada."
Izadora Fontoura
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